StartACT – Uma Startup para a Agricultura de Clima Tropical

DA AGRICULTURA

TROPICAL – FMAT

SCP – Sociedade em Conta de Participação. Centro de Convenções Ulisses Guimarães – Brasília

QUERO SABER MAIS

1º FÓRUM MUNDIAL DA AGRICULTURA TROPICAL – FMAT

15 e 16 de maio de 2020.

Centro de Convenções Ulisses Guimarães – Brasília

QUERO ME INSCREVER

O nosso negócio é conhecimento inovador: geração; validação e transferência! 

A proposta.

 

  1. Constituir a StartACT Uma Startup para a Agricultura de Clima Tropical, cujo negócio é conhecimento inovador: geração; validação e transferência! Ideia de constituir um “Vale das Savanas”, a exemplo dos Silicon Valleys, nos EE.UU. e China.
  2. Organizar a estrutura institucional e de projetos compreendendo (VIDE ANEXO 01):
    • Sócios Participantes;
    • ABADES, Sócio Ostensivo;
    • Consórcio Brasil-África para o Desenvolvimento Econômico e Social (quatro instituições constituintes);
    • Protocolo de Intenções Consórcio BRAF e Confederação Empresarial de Angola – CEA;
    • Memorando de Entendimento Consórcio BRAF e o Consórcio Rede Camponesa de Angola – CRC;
    • CCPA – Projeto Terra do Futuro (Fivest Ltda /CCSA);
    • Acordo de Cooperação Técnica Consórcio BRAF e a Cooperativa Agropecuária do Distrito Federal e Entorno – COOPA/DF (no futuro com a COOTAQUARA);
    • Fórum Mundial da Agricultura Tropical (Consórcio BRAF e Inst. Fórum do Futuro);
    • Feira AgroBrasília “Internacional dos Cerrados” e FMAT;
    • Blog da Agricultura Irrigada; e
    • Manual de Planejamento e Elaboração de Projetos em Agricultura Irrigada.
QUERO TORNAR SOCIO

Justificativa

A proposta se justifica ao pretender responder as perguntas de “como funciona atualmente a geração, a validação e a transferência de conhecimentos e de tecnologias para a adoção pelo produtor rural? E como poderia ou deveria ser?

 

Desde 1948 decidimos por encomendar um modelo para a extensão rural o que veio a se constituir, em 1954, na ACAR/MG (Associação de Crédito e Assistência Rural, de Minas Gerais), e em São Paulo foram criadas as CATI´s (Casa de Agricultura, Tecnologia e Informação). Em 1967 fizemos a reforma universitária e mantivemos o ensino dissociado da pesquisa e da extensão, exceto para alguns professores que optaram pelo RETIDE (Regime de Tempo Integral e Dedicação Exclusiva). Em 1973, decidimos que a pesquisa agrícola precisava ser revista e foi criada a Embrapa. Cada um desses segmentos conta com o seu sistema institucional próprio e, inclusive, vinculados a Ministérios diferentes: educação; agricultura e desenvolvimento agrário, além de outros.

O objetivo final é que o produtor rural tenha acesso e adote novas tecnologias geradas o mais pronto possível. No século passado e até hoje uma nova tecnologia e/ou conhecimento levava em média dez (10) anos entre o lançamento/anúncio e a adoção mais ou menos generalizada.

O objetivo intermediário é que o trinômio ensino-pesquisa-extensão tenha seus talentos profissionais identificados e preparados para essa nova agricultura que a humanidade precisa suportar para que possa contar com alimentos de qualidade e quantidades suficientes a todos.

Com as novas ferramentas de informação automática (informática) e de comunicação, a expectativa é de que àquele prazo possa ser reduzido para menos da metade e com bem maior abrangência. No passado recente a capilaridade para o processo de transferência se apoiava quase que exclusivamente nos sistemas nacionais de assistência técnica e extensão rural (ATER). Com o tempo e em função de financiamentos e de linhas de crédito rural organizaram-se os Escritórios Técnicos de Planejamento e Elaboração de Projetos quase que exclusivamente orientados ao sistema bancário para a obtenção de financiamentos. Os serviços de ATER oficiais e credenciados passaram a ser “despachantes de crédito” enquanto que os serviços oficiais, em paralelo, passaram a se dedicar à pequena produção em nível do que se convencionou chamar de “agricultura familiar”.

Os cultivos de grãos, de cereais e da produção de proteína animal assumiram dimensões extensivas e os fabricantes e produtores de insumos e de serviços passaram eles próprios a desempenhar o papel de “ATER” em alguns casos vinculados à oferta de insumos – sementes, adubos, defensivos e combustíveis – em contratos de assistência técnica desde que 70% da produção auferida fosse assegurada às indústrias em troca do financiamento.

Mas, o sistema de validação e transferência não se ajustou e muito menos se agilizou seguindo o mesmo método da extensão rural convencional, isto é, via panfletos, boletins, dias de campo, atendimento no escritório e outros eventos.

Quem evoluiu ao lado do agroindustrial foi o sistema cooperativo brasileiro, assumindo o papel de validar conhecimentos e de tecnologias, pelo menos aos seus cooperados que serviram como polos ou focos de disseminação local. O sistema cooperativo cresceu, também, em relação a financiamentos assumindo o Crédito Rural como bandeira – Sistema Cooperativo de Crédito (SICREDI) – bem mais fácil e afeito de vez que se trata de acreditação no produtor rural como cooperado. Falta aproveitar bem mais essa nova condição de aporte de recursos financeiros aos sistemas produtivos integrados em nível do imóvel rural e não somente financiamentos para uma operação singular e com exigências de garantias exorbitantes.

Uma condição interessante como justificativa poderia considerar o CLIMA SUBTROPICAL adjacente aos Trópicos, delimitado entre 23 e 35 graus de latitude nos dois hemisférios com citação, não exaustiva, a saber:

  • Na África – Norte da África (Egito, Líbia, Argélia, Marrocos), no Sul Lesoto e África do Sul;
  • Nas Américas – Estados Unidos (limitando por Albuquerque, Oklahoma, Memphis e Charlotte e demais Estados e cidades ao Sul) e Sul da América do Sul (metade do Chile, metade da Argentina, Uruguai e os três Estados do Sul do Brasil);
  • Na Ásia – China, Japão, Índia, Paquistão, Afeganistão;
  • No Oriente Médio – Irã, Iraque, Arábia Saudita, Emirados Árabes;
  • Na Oceania – Austrália e Nova Zelândia (Auckland).

Quando ao TROPICAL se agrega o SUBTROPICAL a influência aumenta consideravelmente, com destaque para o hemisfério Norte. O subtropical tropical é!

Missão/Objetivos do Empreendimento

Nos últimos vinte anos o Brasil conquistou importante papel como player de destaque no agronegócio internacional, particularmente motivado pela Agricultura Tropical desenvolvida nos Cerrados. Essa conquista se deu em cultivos de “sequeiro” (rainfed), em cultivos com irrigação e em produtos de origem animal. O momento sugere que esses sistemas sejam ofertados para a transferência a outros países da Região Tropical, ao mesmo tempo em que o sejam aprimorados para o Brasil, sobretudo em técnicas de precisão, numa proposta de “agricultura sempre verde” proporcionada pela Agricultura Irrigada de Precisão.

Com isso em mente, a Missão do Empreendimento StartACT é a de promover e coordenar ações e atividades conducentes á estratégias de planejamento e formulação de projetos que sustentem permanentemente as propostas e politicas que tenham origem em eventos nacionais e internacionais sobre o desenvolvimento da Agricultura Tropical, em especial da Agricultura Irrigada de Precisão.

O empreendimento StartACT tem por finalidade atuar em dois sentidos: (i) no de identificar empresas e empreendimentos localizados na Região Tropical ou fora dela, Subtropical, que estejam desenvolvendo ações e atividades conducentes à Agricultura de Precisão e que queiram fortalecer e ampliar suas ações em parcerias com outras empresas e universidades (incubadoras de talentos); e (ii) no de apoiar empresas ainda não engajadas em procedimentos modernos de Agricultura de Precisão nos Trópicos, fazendo as vezes de Departamentos de Pesquisa e Inovação, elaborando e contratando projetos inovadores no interesse delas.

Importante, no caso, é a Agenda de Formação de Talentos e de Treinamento de Pessoas e da Capacitação Institucional, como formas de transferência de conhecimentos e de técnicas de gestão administrativa e de gestão científico-tecnológica.  São públicos-alvo os potenciais profissionais de talento que aprendam e instituições que aprendem estas não raro as mais difíceis de tratar por bem mais resistentes a mudanças.

 

A SUSTENTABILIDADE DA VIDA NO PLANETA TERRA ESTÁ NO TRATO E NO CUIDADO QUE DISPENSARMOS À ÁGUA. E. Wagner. Agosto de 2019.

Missão/Objetivos do Empreendimento

Nos últimos vinte anos o Brasil conquistou importante papel como player de destaque no agronegócio internacional, particularmente motivado pela Agricultura Tropical desenvolvida nos Cerrados. Essa conquista se deu em cultivos de “sequeiro” (rainfed), em cultivos com irrigação e em produtos de origem animal. O momento sugere que esses sistemas sejam ofertados para a transferência a outros países da Região Tropical, ao mesmo tempo em que o sejam aprimorados para o Brasil, sobretudo em técnicas de precisão, numa proposta de “agricultura sempre verde” proporcionada pela Agricultura Irrigada de Precisão.

Com isso em mente, a Missão do Empreendimento StartACT é a de promover e coordenar ações e atividades conducentes á estratégias de planejamento e formulação de projetos que sustentem permanentemente as propostas e politicas que tenham origem em eventos nacionais e internacionais sobre o desenvolvimento da Agricultura Tropical, em especial da Agricultura Irrigada de Precisão.

O empreendimento StartACT tem por finalidade atuar em dois sentidos: (i) no de identificar empresas e empreendimentos localizados na Região Tropical ou fora dela, Subtropical, que estejam desenvolvendo ações e atividades conducentes à Agricultura de Precisão e que queiram fortalecer e ampliar suas ações em parcerias com outras empresas e universidades (incubadoras de talentos); e (ii) no de apoiar empresas ainda não engajadas em procedimentos modernos de Agricultura de Precisão nos Trópicos, fazendo as vezes de Departamentos de Pesquisa e Inovação, elaborando e contratando projetos inovadores no interesse delas.

Importante, no caso, é a Agenda de Formação de Talentos e de Treinamento de Pessoas e da Capacitação Institucional, como formas de transferência de conhecimentos e de técnicas de gestão administrativa e de gestão científico-tecnológica.  São públicos-alvo os potenciais profissionais de talento que aprendam e instituições que aprendem estas não raro as mais difíceis de tratar por bem mais resistentes a mudanças.

 

A SUSTENTABILIDADE DA VIDA NO PLANETA TERRA ESTÁ NO TRATO E NO CUIDADO QUE DISPENSARMOS À ÁGUA. E. Wagner. Agosto de 2019.